Marcos Fonseca, Estudante de Direito
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Marcos Fonseca

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Marcos Fonseca, pernambucano, discente do curso de Direito, apaixonado pelas áreas: Cível, Trabalhista e Criminal.

Comentários

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Marcos Fonseca, Estudante de Direito
Marcos Fonseca
Comentário · há 3 meses
Com máxima vênia, Norberto Galvano, mas a vossa pessoa leu e interpretou de forma equivocadíssima o referido artigo da nossa Constituição Federativa do Brasil. Se estou com máscara, mas, quando solicitado, identifico-me - apresentando RG, por exemplo -, de forma alguma eu estou cometendo ilícito. Aliás, é um ato simbólico o uso. Não há tipificação no Código Penal e leis esparsas, a conduta é ATÍPICA.
Marcos Fonseca, Estudante de Direito
Marcos Fonseca
Comentário · há 8 meses
Concordo com sua visão, @maxiadvogado . Isso que você relatou acima é tão corriqueiro nas favelas....

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 4 meses
É o que meu pai sempre me ensinou: uma reação errada e você perde a razão. Pelo pouco que sei do caso (só o que li aqui no artigo), o problema foi a via utilizada pelo advogado. Se ele realmente tentou utilizar dos embargos de declaração para rediscutir a lide, ele errou na via. E com isso, todos os argumentos caíram por terra, perdeu a credibilidade, correndo o risco até de ser multado por ato atentatório à dignidade da justiça e daí até a reclamação no CNJ, corregedoria e o escambáu, acaba sendo um tiro no pé, já que você "não tem razão". Tudo isso acaba dando munição para o outro instruir uma ação de indenização e pior, ganhar. Revoltante que esse nosso colega tenha tido que amargar essa condenação ante uma indignação justa. Eu já vivi a mesma situação em que o juiz julgou a causa com fundamento na lei errada e não observou a legislação sobre a qual se fundava o pedido inicial. Resolvi tudo em sede de apelação. Havia pré questionamento e se fosse necessário iria até as instâncias superiores, mas não foi preciso. Minhas indignações ficaram implicadas nas razões dos recursos corretos e foram acolhidas pelo TJMG, inclusive com um belo puxão de orelha da desembargadora em face do magistrado que, inconformado, mesmo após ser instado a reformar a sentença, fez foi manter a própria sentença (olha o louco), alegando que o acórdão veio desacompanhado do voto do revisor, que foi seguido pelo vogal e o relator que votava pela manutenção da sentença ficou vencido. Apelei de novo e daí veio uma baita chibatada do Tribunal. Deixei a briga para os cachorros grandes. E meu cliente venceu. Jogo de cintura é tudo na advocacia. Nesses casos, há que se ter noção da diferença entre implicar e deduzir. A gente implica. A dedução fica para o superior do magistrado. #ficaadica

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